Start-Up Brasil tem inscrições abertas

Postado por: Inovação UFMS

Empresas de tecnologia iniciantes que precisam de ajuda financeira e treinamento para desenvolverem seus negócios podem se inscrever no Start-Up Brasil, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). As inscrições para o programa Start-Up Brasil, que apoia empresas nascentes de tecnologia com aceleração e recursos que podem chegar a R$ 200 mil, vão até 14 de julho.

Start-Up Brasil

Serão selecionadas cem empresas, em duas etapas. Em cada uma, serão contempladas 50 start-ups, sendo 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e 25% a internacionais. A segunda fase terá início no próximo semestre, em data a ser definida.

O programa Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil para cada start-up desenvolver os projetos apresentados. Esse valor pode ser complementado pelas aceleradoras, sem intermediação do MCTI.

Podem se inscrever no Start-Up Brasil empresas com até quatro anos de constituição (emissão de CNPJ). As inscrições serão realizadas até o dia 14 de julho pelo site do programa. Para ser selecionada, a empresa precisa desenvolver um produto ou serviço que seja viável financeiramente.

O público-alvo foi ampliado em relação ao edital lançado em 2013. “Pela primeira vez, empresas que adotam soluções inovadoras em hardware terão a possibilidade de participar do programa. Até então, apenas as soluções em software eram contempladas”, diz o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida.

Cada start-up deverá indicar seis aceleradoras de interesse, entre 12 opções disponíveis. Empresas que já receberam investimentos de uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não podem participar.

Brasileiros residentes fora do país há mais de três anos podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como start-up internacional. Empresas estrangeiras não têm necessidade de apresentar o CNPJ para participar do programa.

Os projetos inscritos serão avaliados por uma banca composta por representantes de universidades, pesquisadores, integrantes do MCTI e representantes do setor privado.

Fonte: UOL